Cinco dicas para as marcas sobreviverem à má fase econômica

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O momento de dificuldade econômica no Brasil é evidente. Aumento na taxa básica de juros, empréstimos mais caros, ameaça de piora de avaliação com as agências de classificação de risco, crescimento quase nulo. Reverter o quadro é tarefa para a nova equipe econômica do governo de Dilma Rousseff, sob o comando do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Mas o empresariado nacional tem muito a fazer. É hora de proteger suas marcas e não mais esperar que o Estado acerte os ponteiros.

Segundo Gabriel Rossi, especialista em marketing, os períodos de dificuldade econômica podem ser a perfeita oportunidade para revisar e amadurecer a estratégia da marca, criando um diferencial perante os concorrentes, e dá cinco dicas para atravessar este momento de apatia do mercado.

  1. Avaliar as marcas: caso o portfólio da empresa tenha muitas marcas, uma reavaliação se uma determinada marca ainda é verossímil, competitiva, única e lucrativa. Só sobrevivem as marcas que mais se adaptam a mudanças
  1. Inovação: consumidores estão escolhendo uma lista cada vez menos de marcas para depositar seus dividendos. Com isso, procuram por permanência, mas também expectativas por futuras utilidades que chegam como forma de criatividade, inovação, confiança e liderança. Levando em consideração a teoria do darwinismo de marca, só sobrevivem as que mais se adaptam a mudanças.
  1. Usar a força da Internet: a mudança que uma piora da economia acarreta aos consumidores vem totalmente ao encontro das redes sociais, que representam um excelente espaço para conversar, ouvir e reagir em tempo real, mas sem esquecer a propaganda tradicional.
  1. Incentivar os parceiros: neste momento de dificuldade e incerteza econômica, as parcerias se sentem vulneráveis, acuados e sem controle de fluxo de caixa, em vez de deixá-los à mercê, é importante incentivá-los, fazendo valer a ideia, fortalecendo as conexões mais fracas da cadeia de valor.
  1. Oportunidade de investimento: Segundo o especialista, os principais anunciantes norte-americanos mostram que um mercado de publicidade deprimido pelo baixo crescimento e/ou recessão é uma grande oportunidade de investir em marcas. Empresas como a Procter & Gamble e a Ford elevaram suas compras de TV, rádio e outras mídias durante períodos críticos da crise norte-americana.

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